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Sintomas Depressão – Como Atuam os Antidepressivos

 
 

A depressão é uma das doenças mais difíceis de diagnosticar e tratar, que começa logo por muitos doentes não conseguirem identificar que estão doentes e que precisam de tratamento. Muitas pessoas não conseguem identificar os seus sentimentos de tristeza, baixa autoestima, frustações e transtornos de humor como uma crise passageira, causada por algum problema do dia a dia ou por algo mais grave, como uma depressão que precisa de ser tratada.

Neste artigo pode ler:
Quais os sintomas da depressão?
O que são os remédios antidepressivos e como funcionam?
Quais os efeitos dos remédios antidepressivos?
Quais os sintomas tratados pelos antidepressivos?
Todos os remédios antidepressivos são iguais?
Os antidepressivos apresentam efeitos secundários?
Quanto tempo dura o tratamento com antidepressivos?
Os medos mais comuns contra os antidepressivos:
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Quais os sintomas da depressão?

Os sintomas da depressão são caracterizados por um conjunto de sentimentos que quando combinados e presentes durante uma semana ou mais podem indicar a presença de uma depressão, que precisa sempre ser confirmada por um médico, de preferência um psiquiatra:

  • Humor em baixo a maior parte do dia.
  • Ansiedade e agitação
  • Dificuldade de concentração.
  • Perda significativa de peso sem razão aparente.
  • Distúrbios do sono – insônia ou sono em demasia.
  • Fadiga crônica ou falta de energia constante.
  • Sentimentos negativos, de inutilidade ou mesmo de suicídio.

Mas para serem considerados como depressão estes sentimentos devem ser fortes o suficiente para causarem angustia ou sofrimento significativo na vida social, e não apenas sintomas ligeiros.

O que são os remédios antidepressivos?

Estes remédios são muitas vezes utilizados por pessoas que não precisam, apenas porque têm dificuldade em dormir ou usados como calmantes, mas apenas devem ser utilizados por pessoas que sofrem de transtornos depressivos.

Os remédios antidepressivos que atuam no sistema nervoso central contra os efeitos da depressão, normalizando os sentimentos decorrentes da depressão: a tristeza, o humor, a angustia, o desinteresse, a desmotivação, a falta de energia, os distúrbios do sono e do apetite, entre outros.

Como funcionam os remédios antidepressivos?

Como funcionam os remédios antidepressivosFuncionam diretamente no cérebro corrigindo a transmissão neuroquímica para corrigir os estados de humor, que quando fortemente afetado a pessoa varia entre estados de tristeza e alegria, e os sintomas descritos no parágrafo anterior.

Os antidepressivos atuam aumentando ou prolongando a atividade de determinadas substâncias químicas cerebrais, como noradrenalina e serotonina, que são reguladoras do humor e neurotransmissores que passam mensagens entre as células nervosas do cérebro e os outros órgãos do organismo.

Basicamente os antidepressivos funcionam nivelando a produção de neurotransmissores, incentivando aqueles que estão com níveis negativos e inibindo a produção dos que estão em excesso, gerando o equilíbrio necessário ao normal funcionamento cerebral.

Quais os efeitos dos remédios antidepressivos?

Os antidepressivos são diferentes de outros medicamentos, como os psico-estimulantes, que provocam dependência e atuam de modo muito diferente. Os antidepressivos têm por função reequilibrar a perturbação depressiva restaurando o equilíbrio no cérebro e não causam dependência.

Os antidepressivos são medicamentos de ação lenta, podendo demorar mais de 15 dias para começarem a fazer efeito real e o tratamento completo pode demorar vários meses. Por esse motivo o tratamento deve ser acompanhado por um médico e não deve ser interrompido antes da sua autorização.

Por isso a prescrição de antidepressivos deve ser sempre analisada pelo médico que deve decidir qual o mais apropriado para o tipo de depressão que a pessoa está a sentir no momento, mesmo que a pessoa já tenha tido outros episódios de depressão, pois não são sempre iguais.

Como já dito anteriormente estes remédios são diferentes de um calmante, um remédio para dormir ou um analgésico, e não podem ser tomados apenas quando se sentem determinados sintomas ou irregularmente.

O tratamento deve ser planeado com o seu médico e ser seguido e mantido durante o tempo necessário para eliminar definitivamente a depressão. Não se pode interromper quando o doente já se sente melhor porque isso é a causa de uma recaída passados poucos dias ou semanas.

Quais os sintomas tratados pelos antidepressivos?

Como existem diversos tipos de depressões e de antidepressivos os mesmos devem ser adaptados a cada doente, sendo por vezes necessário combina-los entre si ou com outros medicamentos para o estresse ou ansiedade.

Os sintomas mais comuns tratados pelos antidepressivos são:

os sintomas tratados pelos antidepressivos

  • A angustia
  • A falta de concentração
  • A tristeza profunda
  • A diminuição de energia
  • A falta de libido (desejo sexual)
  • Ansiedade e irritabilidade elevada
  • Perda de interesse em atividades que antes lhe causavam prazer
  • O disinteresse pela vida
  • Alterações de apetite
  • Alterações de humor
  • Distúrbios do sono
  • Pensamentos negativos ou suicidas

Todos os remédios antidepressivos são iguais?

Não, existem diferentes tipos de antidepressivos, que atuam de maneira diferente no cérebro. Tem que se ter em conta os sintomas de depressão que a pessoa apresenta porque alguns são mais estimulantes, combatendo melhor a falta de energia e a letargia enquanto outros atuam melhor contra a angustia, a tristeza, a ansiedade e o nervosismo.

Como existe diferentes tipos de depressões é necessário adaptar os antidepressivos à depressão em si mesma, pois alguns doentes não melhoram com alguns depressivos e melhoram com outros. Para alguns é mesmo preciso uma combinação de dois antidepressivos diferentes para obter os resultados desejados.

Por esse motivo se a pessoa já sofreu com depressão e foi tratada com antidepressivos é importante mostrar ao médico quais já tomou e quais os efeitos que obteve com cada um, para um diagnóstico mais rigoroso.

É também importante dar a conhecer os outros medicamentos que se tomam e analisar os potenciais efeitos negativos que cada antidepressivo pode apresentar e a tolerância do doente, assim como a interação com outros medicamentos que se possam estar a tomar.

Os antidepressivos apresentam efeitos secundários?

A prescrição de antidepressivos é essencial, mas apenas quando um médico especializado identificar a pessoa com uma depressão, devido aos fortes efeitos secundários que estes medicamentos podem causar no paciente, tanto a nível físico como psicológico.

É preciso elevada atenção à dose prescrita, ao tipo de antidepressivo escolhido, à interação com outros medicamentos que o paciente esteja a tomar e o seu efeito em conjunto com bebidas alcoólicas.

Os efeitos secundários dos antidepressivos mais comuns são:

Os efeitos secundários dos antidepressivos

  • Aumento da ansiedade, irritabilidade e agitação.
  • Sonolência
  • Perda de desejo sexual e outros problemas sexuais, tais como disfunção eréctil e diminuição de orgasmos.
  • Aumento do apetite e ganho de peso.
  • Perda do apetite.
  • Alterações intestinais, nomeadamente prisão de ventre.
  • Dores de cabeça.
  • Distúrbios do sono.
  • Visão embaraçada.
  • Boca seca.

Muitos doentes que sabem sofrer com depressão evitam recorrer ao médico para a prescrição destes medicamentos porque têm forte receio dos seus efeitos secundários. Têm medo de ficar viciados, embora os antidepressivos não causam dependência, têm medo de perder a sua vitalidade sexual, o que pode acontecer, e de ficarem meios apáticos para poderem gozar a vida, embora seja precisamente o contrário que se passa.

A verdade é que os antidepressivos podem apresentar diversos efeitos secundários 1 ligeiros ou mais severos, principalmente no começo do tratamento. Muitas vezes as pessoas que começam um tratamento contra a depressão ficam piores dos seus sintomas antes de começarem a melhorar, mas muitas às é preciso fazer alguns sacrifícios antes de conseguirmos atingir os nossos objetivos.

Quanto tempo dura o tratamento com antidepressivos?

Só o médico que o acompanha pode terminar o tempo necessário enquanto vai avaliando o doente mas, por norma, são sempre tratamentos longos que duram meio ano ou mais. Muitos doentes têm tendência depressivas tão frequentes que precisam de tomar constantemente antidepressivos como medida de precaução para evitar crises. Neste caso o remédio funciona não apenas como tratamento mas também como medida preventiva.

É preciso ter em conta que a maioria das pessoas que sofre de depressão tem episódios recorrentes, que voltam de vez em quando. Um único episódio de depressão é a exceção à regra.

Os medos mais comuns contra os antidepressivos:

Os medos mais comuns contra os antidepressivos

  • Medo de danificar o cérebro, que está testado por diversos estudos que não é real, ao contrário com os danos causados por longas depressões sem tratamento.
  • Medo de alterarem a personalidade da pessoa, mas que na verdade o que eles fazem é melhorar a vontade da pessoa encarar a vida e os problemas do dia a dia, ajudando a pessoa a sentir novamente prazer em atividades que já não tinha.
  • Medo da dependência, mas ao contrário dos ansiolíticos e tranquilizantes os antidepressivos não criam qualquer tipo de dependência. No entanto o tratamento não pode ser interrompido com o forte risco de uma recaída ainda mais severa.
  • Medo de ficarem “agarrados” a eles para vida, o que pode ser verdade nos pacientes com depressões muito fortes ou crônicas. A depressão não tem uma cura definitiva, mas pode ser controlada, e estes medicamentos têm por efeito reduzir ou eliminar os sintomas, que podem voltar a aparecer ou não.
  • Medo de ficarem mais apáticos, o que não corresponde à realidade pois embora estes remédios não sejam nenhuma pílula da felicidade, pois só atuam nas pessoas que estão doentes e não têm efeito nas pessoas saudáveis, eles proporcionam um sensação de bem-estar, uma espécie de maior felicidade, mas apenas nas pessoas que têm transtornos psiquiátricos. Por isso o resultado é precisamente eliminarem a apatia que as pessoas deprimidas sentem.
  • Medo de perderem o interesse sexual, uma baixa de libido, o que pode acontecer com estes medicamentos; mas a verdade é que a depressão também causa uma baixa de libido, pelo que na maioria das vezes compensa fazer o tratamento e recuperar depois o interesse sexual por inteiro.

Conclusão

O grupo de medicamentos a que pertencem os antidepressivos são essenciais no tratamento e prevenção de depressões, mas não pílulas magicas, que resolvem todos os problemas de depressão e bem estar com a sua toma.

Por norma o tratamento deve ser acompanhado por um acompanhamento psicológico e deve ser explicado e incentivado ao doente e seus familiares certos comportamentos que ajudarão a curar a depressão, como o não isolamento, as saídas com luz solar, o convívio com outras pessoas não deprimidas e todos os comportamentos pessoais e sociais que possam ajudar a “puxar a pessoa para cima”.

Escrito pelos Colaboradores de PLPintoNews
 
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